Litro da gasolina chega a R$ 7,80 e diesel a R$ 7,59 em Rondônia

Segundo dados da ANP divulgados nesta terça os preços não refletem o último reajuste anunciado pela Petrobras nas refinarias

Porto Velho, RO -
O preço do litro da gasolina nos postos de Rondônia chegou a R$ 7,80 na semana passada, segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) divulgados nesta terça-feira (21). O preço do diesel chegou a R$ 7,59.

A ANP realizou pesquisa de preços entre os dias 12 e 18 de junho e ainda não reflete totalmente o último reajuste anunciado pela Petrobras nas refinarias. Na sexta-feira (17), a estatal anunciou uma alta de 5,18% na gasolina e de 14,26% no diesel.

A cidade com a gasolina mais cara em Rondônia foi Ji-Paraná o preço do litro varia de R$ 7,44 a R$ 7,80. Já em Vilhena, no Cone Sul do estado, a gasolina está sendo vendida de R$ 7,48 a R$ 7,54.

A cidade com a gasolina mais barata é Porto Velho. O preço mínimo do litro custa R$ 6,48 e, o máximo, 7,39.

Desde o início do ano, segundo a ANP, o diesel ficou 23% mais caro nos postos de Rondônia (em relação ao preço médio mensal). Em janeiro, o litro do combustível custava R$ 5,85, em média, e neste mês de junho está em R$ 7,28.

Em relação ao preço mínimo e máximo, em Porto Velho foi encontrado o maior valor do litro na bomba. Segundo a ANP, há postos na cidade comercializando o litro por R$ 7,59. No lugar mais barato da capital o diesel era vendido por R$ 6,85, na semana passada.

Em Ji-Paraná, o preço máximo encontrado pelo motorista no diesel foi de R$ 7,58.

A disparada dos preços dos combustíveis ocorre em meio à forte alta nos preços internacionais do petróleo após a Rússia ter invadido a Ucrânia, impactados pela oferta limitada frente à demanda mundial por energia.

Desde 2016, a Petrobras adotou o chamado PPI (Preço de Paridade de Importação), após anos praticando preços controlados, sobretudo no governo Dilma Rousseff. O controle de preços era uma forma de mitigar a inflação, mas causou grandes prejuízos à petroleira.

Pela política de preços atual, os preços cobrados nas refinarias se orientam pelas flutuações do preço do barril de petróleo no mercado internacional e do câmbio.


Fonte: Agência Brasil
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