Sergio Moro promete oposição, Zema defende diálogo e Salles prega serenidade

Políticos usaram as redes sociais para comentar a vitória do petista no segundo turno das eleições; aliados também se manifestaram

Porto Velho, RO - A vitória do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para comandar novamente o Brasil a partir de janeiro repercutiu entre aliados e adversários do petista, especialmente o ex-juiz federal e agora senador eleito Sergio Moro (União Brasil), o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), e o ex-ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles (PL).

Adversário de Lula, o ex-ministro da Justiça Sergio Moro afirmou que "o resultado de uma eleição não pode superar o dever de responsabilidade que temos com o Brasil". Ele reforçou que estará "sempre do lado do que é certo" e garantiu que terá um papel de oposição no Congresso.


O governador reeleito de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), que subiu ao palanque de Bolsonaro no segundo turno, desejou sucesso a Lula e afirmou que continuará "cobrando que Minas seja prioridade". "Estarei aberto ao diálogo para que o Brasil possa crescer com trabalho, honestidade e respeito", declarou.

O deputado federal eleito e ex-ministro do Meio Ambiente de Bolsonaro Ricardo Salles foi outro que lamentou o resultado das urnas. "O resultado da eleição mais polarizada da história do Brasil traz muitas reflexões e a necessidade de buscar caminhos de pacificação de um País literalmente dividido ao meio", disse.


O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que declarou voto em Lula no segundo turno do pleito, comemorou o resultado das urnas. "Venceu a Democracia, venceu o Brasil", escreveu ele.

Outra a comemorar a vitória do ex-presidente foi a senadora Simone Tebet (MDB-MS), terceira colocada do pleito no primeiro turno, com quase 5 milhões de votos. Ela enalteceu a vitória da democracia e do povo brasileiro. "A hora é de comemorar porque amanhã vai ser outro dia", destacou.


O ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (PSDB-RJ) também comemorou a vitória de Lula, assim como a saída do ministro da Economia, Paulo Guedes, do governo. "O Nordeste garantiu nossa democracia", afirmou, em referência à expressiva votação de Lula na região.


Fonte: R7

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