“Prato Fácil” chega à marca de um milhão de refeições servidas com expansão garantida pelo governador Marcos Rocha

Porto Velho, RO - Um milhão de refeições servidas para pessoas em situação de vulnerabilidade em 18 restaurantes credenciados em seis municípios rondonienses, ao preço de 2 reais, cada. A quantidade de refeições servidas equivalem a 80 toneladas de alimentos. Essa é a marca atingida nesta semana pelo programa “Prato Fácil”, lançado pelo governador de Rondônia, Marcos Rocha, há pouco mais de um ano para atender pessoas, previamente registrada no CadÚnico e constante na base de dados do Sistema Prato Fácil, desenvolvido pela Superintendência Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação – Setic.

O programa do Governo do Estado é coordenado pela Secretaria de Estado da Assistência e do Desenvolvimento Social – Seas, e funciona com o credenciamento de restaurantes privados para o fornecimento de refeições.

“Criamos o programa com o intuito de amenizar os impactos causados pela pandemia da covid-19, em especial nas famílias em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com CadÚnico em Rondônia, mas o Prato Fácil vai mais além, movimentando a cadeia produtiva, gerando emprego e renda”, reforçou o governador Marcos Rocha que já reforça ainda mais a expansão do programa.

ATENDIMENTO

O atendimento foi iniciado por Porto Velho, em 17 de maio de 2021, com a oferta de 1.500 refeições, das 11h às 15h, de segunda a sexta-feira, em cinco restaurantes credenciados por meio de edital. No início de 2022 foi iniciada a expansão para outros cinco municípios: Ariquemes (3), Cacoal (1), Guajará-Mirim (2), Ji-Paraná (2) e Vilhena (1), cada município disponibilizando 300 refeições diárias. 

O avanço do “Prato Fácil” também é comemorado pela secretária da Seas, Luana Rocha, sintetizando que: “Estamos felizes por garantir esta quantidade de refeições, para pessoas em situação de vulnerabilidade social e econômica. Nossa proposta é justamente facilitar o acesso desta população a refeições de baixo custo, com base na Lei Orgânica da Segurança Alimentar e Nutricional do Estado”, disse a secretária.

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