Fluminense reage contra o Vila Nova após 'olé' e Abel vaiado

Time vence de virada após protestos no primeiro tempo e melhora com entradas de Ganso e Fred, apesar de pênalti duvidoso

Porto Velho, RO - O Fluminense evitou um protesto maior de sua torcida no Maracanã ao reagir e virar o jogo contra o Vila Nova, pela Copa do Brasil. Após sair perdendo por 2 a 0, a equipe de Abel Braga buscou o resultado no segundo tempo e, com o placar de 3 a 2, acalmou a revolta dos que chegaram a gritar “olé”, vaiar o técnico e chamar o time de “sem vergonha”.

Ganso, Cano e Fred foram os responsáveis pela virada no segundo tempo. Rafael Donato e Pablo Dyego marcaram para o Vila Nova.

Ao decretar a virada, Fred chegou a 37 gols na Copa do Brasil, se tornando o maior artilheiro da história da competição ao superar Romário, que tem 36.Abel corrige estratégia

Abel Braga indicou que pouparia jogadores e não sobrecarregaria um elenco desgastado fisicamente. Escalou time misto, mas a estratégia comprometia o resultado. No segundo tempo, as mexidas mudaram o panorama do jogo. Antes disso, a apresentação da equipe levou a protestos.

O Fluminense jogou mal principalmente no primeiro tempo, e foi neutralizado pelo clube goiano, que saiu na frente em jogada pelo alto. Na etapa final, o time carioca melhorou, mas esbarrou em uma defesa bem armada. Foi quando Abel mexeu e lançou Ganso, sufocando o adversário.

Aos 11 minutos, já com nova postura ofensiva, o Fluminense levou o segundo gol, com Pablo Dyego aproveitando falha de Nino e Samuel Xavier. Foi a senha para a torcida tricolor aumentar o volume dos protestos.

A reação não demorou muito. Willian recebeu de Caio Paulista pela direita e foi derrubado por Renato. O juiz viu falta dentro da área, apesar da reclamação do time do Vila Nova. Ganso converteu. O gol deu confiança ao time, que empatou com Cano e virou com Fred já no fim.

O jogo de volta será em 11 de maio, fora de casa. No sábado, o Fluminense pega o Internacional, que terá a estreia do técnico Mano Menezes, anunciado ontem.


Fonte: O GLOBO
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