Quantos e quem são os filhos de Cristiano Ronaldo

Craque do Manchester United comunicou nesta segunda-feira a morte de um dos gêmeos que esperava com a mulher, Georgina Rodríguez. A menina nasceu bem e tornou-se a caçula da família

Porto Velho, RO -
Cristiano Ronaldo nunca escondeu o desejo de ter sete filhos, seu número preferido, aquele que carrega nas costas quando está em campo. O craque do Manchester United, de 37 anos, estava bem perto da meta: o casal de gêmeos que esperava com a mulher, Georgina Rodríguez, de 28 anos, seriam os herdeiros de número cinco e seis. 

Mas o menino não sobreviveu ao parto, notícia trágica que o próprio jogador anunciou em suas redes sociais na última segunda-feira.

"É a maior dor que quaisquer pais podem sentir. Só o nascimento da nossa bebê nos dá força para viver este momento com alguma esperança e felicidade", escreveu o português, referindo-se à menina, ainda sem nome divulgado, que nasceu forte e saudável.

Ela tornou-se, então, a caçula entre cinco irmãos - nem todos da mesma mãe. CR7 já era pai de dois meninos e duas meninas. O primogênito é Cristiano Jr., que nasceu em junho de 2010, nos EUA, enquanto o craque namorava Irina Shayk. A supermodelo russa, no entanto, não é a mãe do menino de 11 anos.

“De acordo com a mãe, que quer conservar o anonimato, meu filho ficará sob minha custódia exclusiva", escreveu Cristiano Ronaldo, na época, no Facebook: "Não darei mais informações e peço a todos que respeitemminha vida privada (e a de meu filho) em assuntos tão pessoais quanto estes".

Tabloides britânicos publicaram que a mulher seria uma garçonete americana com quem o jogador teria tido um caso de apenas uma noite. Ela teria recebido 10 milhões de libras para dar a ele custódia total da criança e não tornar sua identidade pública.

CR7 também é pai dos gêmeos Mateo Ronaldo e Eva Maria, de 4 anos. Eles nasceram de uma barriga de aluguel, nos EUA, em junho de 2017, quando Cristiano já namorava Georgina - o relacionamento começou em 2016, mas tornou-se público oficialmente em janeiro de 2017, quando ele levou a argentina naturalizada espanhola ao Prêmio The Best, da Fifa. A mãe do craque, Dolores Aveiro, foi encarregada de ir buscar os gêmeos e levá-los à Espanha, quando ele ainda atuava pelo Real Madrid.

Cristiano Jr., Mateo Ronaldo, Alana Martina e Eva Maria com o pai, Cristiano Ronaldo, em foto compartilhada por CR7 em março Foto Reprodução/Instagram Foto: Foto Reprodução/Instagram / Agência O Globo

Depois deles, veio Alana Martina, a primeira filha biológica com Georgina, nascida apenas cinco meses depois, em novembro de 2017 - ela também tem 4 anos hoje. Embora não tenha dado à luz os outros herdeiros do companheiro, a espanhola os considera seus também. 

"Nem Cristiano nem eu consideramos que Alana é minha única filha. Os quatro são meus filhos e todos me chamam de mãe", contou ela em entrevista ao jornal espanhol "El Pais", em janeiro deste ano.

Na série documental "Soy Georgina", sobre a vida dela, que estreou em janeiro no Netflix, a mulher de CR7 mostra um pouco de sua relação com as crianças. Num dos episódios, revela que Cristianinho está namorando: "Acho engraçado o fato de o Júnior ter uma namorada. Já lhe disse que tenho de a conhecer e lhe dar o meu aval. Ainda que não seja uma mãe muito autoritária e não serei uma sogra chata".

O garoto segue os passos do pai: começou em 2018, nas categorias de base da Juventus, quando Cristiano Ronaldo atuava no time principal, e marcou dezenas de gols com a camisa da equipe italiana. Com a transferência de CR7 para o Manchester United, o garoto também assinou contrato com a equipe. 

Estreou pelo sub-12 na última semana e deixou sua marca. Na hora de comemorar, em vez de fazer o "G" de Georgina, como combinado com a mãe, imitou o "siiiii" tradicional do pai.

Em dezembro de 2020, durante a cerimônia em que recebeu o Globe Soccer Award de melhor jogador do mundo, o craque português respondeu se seu filho tem o que é necessário para chegar ao topo como ele:

"Ainda não. Sou duro com ele às vezes porque ele bebe Coca-Cola e Fanta, e fico chateado. Brigo com ele quando come salgadinhos e batata frita, ele sabe que não gosto. Até meus filhos mais novos, quando comem chocolate, olham para mim. É preciso ser forte. Mas, para ser honesto, ele tem potencial. Tem porte, é rápido, dribla bem, mas isso é nada. 

Sempre digo a ele que é preciso muita dedicação, muito trabalho duro. Às vezes, quando ele está em casa, digo: "vai para a esteira correr um pouco". Depois digo: "vai para a água fria para recuperar e poder fazer de novo amanhã". Ele reclama: "ah, pai, a água é muito fria, não quero". Mas eu entendo, ele tem só 10 anos. Depende dele. 

Não vou forçar nada para que ele seja jogador. Se você me perguntar se quero, sim, quero. Mas ele vai ser o que ele quiser. Médico, o que for, quero que ele pense que tem que ser o melhor".


Fonte: O GLOBO
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